@PHDTHESIS{ 2022:2063025606, title = {S?ntese e avalia??o da atividade tripanocida de novos az?is, derivados da ?-lapachona}, year = {2022}, url = "https://tede.ufrrj.br/jspui/handle/jspui/6941", abstract = "Passados mais de 100 anos desde a sua descoberta, a doen?a de Chagas ainda representa um desafio para a humanidade, visto que o seu tratamento apresenta s?rias lacunas. Al?m de n?o serem satisfatoriamente eficazes na fase cr?nica da doen?a, os f?rmacos utilizados mundo ? fora para o seu tratamento, nifurtimox e benznidazol, ocasionam severos efeitos colaterais aos pacientes tratados com eles. Milhares de pessoas morrem por ano devido a essa doen?a, que atinge principalmente regi?es tropicais, como o Brasil. No Brasil, apenas o benznidazol ? autorizado pela Ag?ncia Nacional de Vigil?ncia Sanit?ria (ANVISA) para o tratamento da doen?a de Chagas. Desta forma, a busca por novos f?rmacos mais eficientes para o tratamento da doen?a de Chagas ? essencial. Neste sentido, os derivados da ?-lapachona t?m se configurado como compostos promissores, em especial os derivados az?licos. A ?-lapachona ? uma naftoquinona, encontrada em diversas esp?cies arb?reas e arbustivas da fam?lia Bignoniaceae, dentre elas, o ip?. Nas ?ltimas d?cadas, diversos grupos de pesquisa, em especial no Brasil, t?m se dedicado a s?ntese de derivados da ?-lapachona, para o combate a diversos pat?genos, inclusive contra o Trypanosoma cruzi (T. cruzi), causador da doen?a de Chagas. Somando-se a estes esfor?os, na busca de novos agentes tripanocidas, neste trabalho foram sintetizados 26 derivados imidaz?licos e 2 derivados oxaz?licos da ?-lapachona, dos quais 21 s?o in?ditos (compostos 8 a 26 e composto 28), al?m de um 2-amino-oxazol derivado da 1,10- fenantrolina-5,6-diona (27). Dentre os compostos sintetizados, 16 foram avaliados in vitro quanto a atividade tripanocida, al?m da ?-lapachona, contra as formas amastigota e tripomastigota do T. cruzi. Quatro dos compostos avaliados pela primeira vez (compostos 7, 10, 12 e 22) foram mais ativos do que a ?-lapachona contra a forma tripomastigota do parasita, nas condi??es testadas, dentre os quais, dois (compostos 7 e 22) tamb?m foram mais ativos do que o pr?prio f?rmaco de refer?ncia, o benznidazol. Contra a forma amastigota, tr?s (22, 23 e 24) dos composto in?ditos foram mais ativos do que a ?-lapachona, dos quais, dois (22 e 23) foram mais ativos do que o benznidazol. Tamb?m foi poss?vel verificar que os compostos 22 e 23 maior seletividade para o parasita do que para as c?lulas do hospedeiro. O composto 22 teve o seu mecanismo de a??o sob o parasita investigado, ficando constatado que a mitoc?ndria ? o seu alvo principal de a??o sobre o parasito, provocando seu incha?o e um aspecto de lavagem na organela; tamb?m foram verificadas altera??es morfol?gicas nas estruturas das c?lulas do parasito. Por estas investiga??es, p?de-se verificar danos ocasionados nos complexos II, III e IV dos sistemas transportadores de el?trons mitocondriais. Al?m dos valorosos resultados de atividade tripanocida, este trabalho tamb?m possibilitou o desenvolvimento de um novo m?todo de s?ntese do 2-amino-oxaz?l derivado da ?-lapachona, o composto 24, e a melhoria das condi??es reacionais do 2-amino-imidazol derivado da ?-lapachona, o composto 7.", publisher = {Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro}, scholl = {Programa de P?s-Gradua??o em Qu?mica}, note = {Instituto de Qu?mica} }