@MASTERSTHESIS{ 2003:304560544, title = {Controle de helmintos de frangos de corte utilizando as plantas Mentha piperita, Carapa guianensis, Artemisia absinthium e Chenopodium ambrosioides}, year = {2003}, url = "https://tede.ufrrj.br/jspui/handle/tede/735", abstract = "Foram necropsiadas 100 frangos das linhagens Rubro negra e Hubbard com idade média de 65 dias e peso médio de 2kg. Essas aves foram utilizadas para avaliação da atividade anti-helmíntica de quatro espécies de plantas sendo três cultivadas e uma nativa, que poderão ser utilizadas no futuro para o controle de helmintos dentro de um sistema de produção orgânico. O extrato vegetal foi empregado sob a forma de suspensão e triturada, administrada pôr via intragástrica ou incorporada a ração em 0,5, 1 e 2g/kg/ peso vivo para Carapa guianensis (Andiroba) e 3g/kg para Mentha piperita, (Hortelã), Artemisia absinthium (Losna) e Chenopodium ambrosioides (Erva-de-Santa Maria) durante três dias consecutivos, com exceção da planta C. ambrosioides que foi de cinco dias consecutivos, em frangos naturalmente infectados com os principais helmintos de galinhas. O efeito anti-helmíntico exercido pelas plantas foi avaliado pelo método controlado, registrando-se os seguintes resultados em termos de eficácia média para A. galli 90,45%, 76,70% e 55,00% para erva-de-santa-maria, hortelã e extrato hexânico de andiroba, respectivamente. Para o controle Raillietina sp 87,93% e 62,90% para extrato hexânico de andiroba e hortelã respectivamente. Com relação ao Heterakis gallinarum as plantas tiveram um efeito anti-helmíntico moderado, o extrato hexânico de andiroba na dosagem de 1g e 2g/kg/peso vivo obtiveram percentuais de 29,09% e 55,45%, respectivamente. Para as espécies de Oxyspirura mansoni, Tetrameres confusa e Capillaria sp, não foi observada nenhuma atividade anti-helmíntica pelas plantas testadas.", publisher = {Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro}, scholl = {Programa de Pós-Graduação em Ciências Veterinárias}, note = {Instituto de Veterinária} }