@PHDTHESIS{ 2017:536033566, title = {Avalia??o do potencial de piriproxifen administrado por via oral no controle das formas imaturas de Haematobia irritans em fezes de bovinos}, year = {2017}, url = "https://tede.ufrrj.br/jspui/handle/jspui/5577", abstract = "Haematobia irritans ? um dos principais ectoparasitos de bovinos no Brasil, causando preju?zos ? pecu?ria por perdas ligadas diretamente ? produ??o. Atualmente, o controle tradicional encontra-se amplamente pautado em produtos qu?micos, objetivando-se controlar a popula??o de adultos, expondo animais, seres vivos e meio ambiente ? riscos t?xicos e problemas de resist?ncia. Em contrapartida, os inibidores do crescimento dos insetos (IGR), s?o uma classe parasiticida com mecanismos de a??o bastante seletivos, muito mais seguros para envolvidos e pautados no controle das formas imaturas do inseto. Avaliou-se o potencial do IGR, an?logo do horm?nio juvenil, piriproxifen no controle das formas imaturas de H. irritans no bolo fecal de bovinos. Em estudo in vitro, em triplicata, com 23 concentra??es de piriproxifen: 20, 30, 40, 50, 100, 200, 300, 400, 500, 600, 700, 800, 900, 1000, 1100, 1200, 1300, 1400, 1500, 1600 e 1700 ng/mL (ppb), adicionadas ? 20 g de fezes bovinas incubou-se 30 ovos, acompanhados at? a emerg?ncia de adulto determinando, em an?lise de probitos, uma dose letal 50 (DL50) de 321,251ppb e uma dose letal 99 (DL99) de 1959,491ppb. A partir desses resultados, calculou-se a quantidade de piriproxifen a ser administrado por via oral, considerando-se a capacidade do r?men, o tempo de esvaziamento do trato gastrintestinal e a quantidade de fezes produzidas diariamente por um bovino adulto. No teste in vivo, utilizou-se tr?s grupos de tratamento (GC, G2,5 e G40), administrando-se, durante 12 dias consecutivos, 2,5 mg (G2,5) ou 40 mg (G40) de piriproxifen por via oral por animal. A efic?cia de piriproxifen sobre as formas imaturas de H. irritans foi determinada incubando in vitro ovos de H. irritans nas fezes coletadas na ampola retal nos dias zero, + 3, + 6, + 10 e + 13. A eclodibilidade variou de 71,67 % a 87,00 % no GC; de 74,67 % a 92,00 % no G2,5; de 68,00 % a 86,33 % no G40. N?o houve atividade de piriproxifen sobre os ovos. A efic?cia larvicida variou de 10,7 % a 41,3 % para o G2,5 e de 12,2 % a 38,2 % para o G40. A efic?cia pupicida foi de 58,4 % a 81,2 % no G2,5 e de 98,7 % a 100,0 % no G40. A efic?cia total variou de 57,9 % a 81,2 % para o G2,5 e de 99,0 % a 100,0 % no G40. Notou-se discreta a??o de piriproxifen sobre as larvas de H. irritans, mesmo sem diferen?as significativas, demonstrada pela produ??o de formas extra-larvais e mortalidade. A principal atividade exibida por piriproxifen foi a de n?o emerg?ncia de adultos, nos dois grupos de tratamento. A an?lise piriproxifen nas fezes e no plasma dos bovinos tratados por via oral foram realizadas por cromatografia l?quida de alta performance comprovando-se, pioneiramente, que piriproxifen ? eliminado por via fecal. A concentra??o de piriproxifen no plasma dos bovinos ficou abaixo dos limites m?nimos de detec??o e, dessa forma, a curva plasm?tica de piriproxifen n?o pode ser constru?da. Em conclus?o, piriproxifen possui excelente potencial IGR no controle de formas imaturas de H. irritans quando administrado por via oral em bovinos, principalmente por causa da via de elimina??o fecal da mol?cula, comprovada pela an?lise qu?mica nas fezes dos bovinos.", publisher = {Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro}, scholl = {Programa de P?s-Gradua??o em Ci?ncias Veterin?rias}, note = {Instituto de Veterin?ria} }