@PHDTHESIS{ 2019:161386403, title = {Compara??o de m?todos de an?lises para avalia??o do perfil qu?mico de amostras de coca?na apreendidas no estado do Rio de Janeiro}, year = {2019}, url = "https://tede.ufrrj.br/jspui/handle/jspui/5134", abstract = "Foram analisadas 115 amostras suspeitas da presen?a de coca?na apreendidas pela Pol?cia Civil do Estado do Rio de Janeiro entre 2016 e 2017, nas regi?es da cidade do Rio de Janeiro, Baixada Fluminense e Costa Verde, onde 102 apresentavam aspecto de p? e 13 aspecto de crack. As amostras foram analisadas quanto ao teor de coca?na e de adulterantes e quanto a presen?a de diluentes, tendo como objetivo avaliar o perfil qu?mico da coca?na (p? e crack) assim como comparar diferentes t?cnicas de an?lise. Essa identifica??o e quantifica??o dos adulterantes ? importante j? que, al?m de apresentarem propriedades farmacol?gicas, esses adulterantes podem apresentar efeitos adversos e atividades sin?rgicas com a coca?na, aumentando a dura??o do efeito, o potencial de a??o e a toxicidade. Foram realizados testes preliminares para indica??o da poss?vel presen?a de coca?na utilizando o teste de Scott, teste de Wagner, precipita??o com AgNO3, teste de iodo/iodeto e hidr?lise ?cida. O teor de coca?na e a identifica??o e quantifica??o de adulterantes foram avaliados por Cromatografia Gasosa Acoplada a Espectroscopia de Massas (CG-EM) e Detector de Ioniza??o em Chamas (DIC) utilizando padr?es comerciais de cafe?na, lidoca?na, fenacetina e benzoca?na e padr?o purificado de coca?na. Outros adulterantes eventualmente presentes foram identificados por Espectrometria de Massas com aux?lio de biblioteca de espectros comercial. A identifica??o de diluentes foi realizada por Espectroscopia Raman e Espectroscopia de Infravermelho (IVTF), sendo utilizados padr?es comerciais de carbonato de c?lcio (CaCO3), bicarbonato de s?dio (NaHCO3), sulfato de alum?nio (Al2(SO4)3), carbonato de s?dio (Na2CO3), amido, sacarose, glicose, lactose e manitol. Tamb?m foi avaliada a capacidade de detec??o da coca?na e dos adulterantes por Espectroscopia Raman e IV-TF, comparando com a identifica??o e quantifica??o previamente realizada por CG-EM. Foi verificada a efici?ncia dos testes preliminares, as diferen?as entre o perfil qu?mico das amostras de crack e coca?na e poss?veis diferen?as entre as amostras provenientes das tr?s principais fac??es criminosas do estado do Rio de Janeiro. A Espectroscopia Raman em geral se mostrou mais efetiva para a identifica??o dos diluentes inorg?nicos na coca?na, enquanto a de Infravermelho foi melhor para a identifica??o do amido. A maior resolu??o e amplitude dos sinais tamb?m favoreceu a identifica??o da coca?na e dos adulterantes por Espectroscopia Raman, enquanto a Espectroscopia de Infravermelho apresentou sobreposi??es de determinadas bandas nas amostras de p?, dificultando a identifica??o. Foi poss?vel observar maior percentual de coca?na nas amostras de crack em compara??o com as amostras de p?. O adulterante observado com maior frequ?ncia nas amostras de p? foi a cafe?na, presente em 93% das amostras, enquanto nas amostras de crack o adulterante mais frequente foi a fenacetina, presente em 92% das amostras. O carbonato de c?lcio, bicarbonato de s?dio e amido foram os diluentes mais observados amostras de p?. Observou-se, atrav?s de analises estat?sticas, semelhan?as entre as amostras de acordo com o tipo (cloridrato e base livre) e diferen?as significativas entre determinadas fac??es criminosas.", publisher = {Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro}, scholl = {Programa de P?s-Gradua??o em Qu?mica}, note = {Instituto de Qu?mica} }