@PHDTHESIS{ 2016:1033934841, title = {Enriquecimento ambiental perinatal, seu impacto sobre o comportamento an?logo ? ansiedade e implica??es transgeracionais}, year = {2016}, url = "https://tede.ufrrj.br/jspui/handle/jspui/1964", abstract = "Transtornos de ansiedade s?o condi??es psiqui?tricas de alta preval?ncia na popula??o e que promovem grande sofrimento aos pacientes acometidos. Estas doen?as n?o tem etiologia completamente compreendida, mas ? sabido que fatores ambientais e gen?ticos est?o envolvidos. Por conta disso, realizamos estudos para avaliar se um ambiente mais complexo poderia impactar sobre o comportamento an?logo a ansiedade de camundongos, e se estes efeitos comportamentais poderiam ser transferidos a pr?xima gera??o. Para realizar este estudo, f?meas de camundongo no momento da c?pula foram colocadas em ambiente padr?o ou enriquecido, e permaneceram com suas proles nos respectivos ambientes at? o desmame. Sendo assim, os animais da gera??o F1 tiveram duas condi??es experimentais: vida perinatal em ambiente padr?o (AP) ou enriquecimento ambiental perinatal (AE). Ap?s o desmame, todos os animais da gera??o F1 permaneceram em ambiente padr?o. Quando os animais atingiram a maturidade tiveram o comportamento an?logo ? ansiedade avaliado. Para produzir a gera??o F2, f?meas criadas apenas em ambiente padr?o foram acasaladas com outros machos da gera??o F1, sendo machos AP dando origem ao grupo AP + AP ou machos AE dando origem ao grupo AE +AP, sendo que todos os animais da gera??o F2 foram mantidos em ambiente padr?o. Quando os animais da gera??o F2 atingiram a maturidade, tamb?m tiveram seu comportamento an?logo ? ansiedade avaliado. A an?lise estat?stica de todo o estudo foi feita atrav?s de teste t de Student. Os resultados obtidos na gera??o F1 foram os seguintes: os machos AE apresentaram aumento da dist?ncia percorrida em metros (15,5 ? 1,1) vs. (11,7 ? 1,0) e de comportamentos de explora??o vertical (46,6 ? 3,8) vs. (33,3 ? 3,4) no teste do campo aberto. Aumento nas porcentagens de tempo despendido (31,2 ? 3,7) vs. (13,2 ? 5,2) e de entradas nos bra?os abertos (41,8 ? 4,5) vs. (23,6 ? 6,6), redu??o de comportamentos de avalia??o de risco (15,3 ? 2,1) vs. (27,5 ? 2,9) e aumento nas entradas nos bra?os fechados (14,5 ? 1,5) vs. (8,6 ? 1,1) no teste do labirinto em cruz elevado. No teste da caixa claro-escuro apresentaram aumento de transi??es (20,2 ? 3,7) vs. (10,9 ? 2,1), quadrantes percorridos no lado claro (55,4 ? 9,5) vs. (28,3 ? 5,0) e de comportamentos de explora??o vertical (5,8 ? 1,5) vs. (2,1 ? 0,8). J? na gera??o F2, os machos AE + AP n?o apresentaram aumento da dist?ncia percorrida em metros no teste do campo aberto (11,0 ? 0,7) vs. (13,6 ? 1,0). Aumento da porcentagem de tempo dispendido nos bra?os abertos (25,7 ? 4,3) vs. (9,3 ? 3,1) e redu??o nos comportamentos de avalia??o de risco (10,7 ? 1,3) vs. (21,3 ? 2,3) no teste do labirinto em cruz elevado. Portanto, conclui-se que o enriquecimento ambiental perinatal promove efeitos ansiol?ticos e de maior atividade explorat?ria em camundongos machos, e este efeito ansiol?tico ? parcialmente transferido apenas para descendentes machos dos reprodutores do grupo AE.", publisher = {Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro}, scholl = {Programa Multic?ntrico de P?s-Gradua??o em Ci?ncias Fisiol?gicas}, note = {Instituto de Ci?ncias Biol?gicas e da Sa?de} }