@MASTERSTHESIS{ 2006:2078691770, title = {Ecologia trófica de cinco espécies de linguados (Actinopterygii, Pleuronectiformes) na Baía de Sepetiba, Rio de Janeiro, Brasil}, year = {2006}, url = "https://tede.ufrrj.br/jspui/handle/tede/198", abstract = "Ojetivo deste estudo foi descrever a ecologia trófica das cinco espécies mais abundantes de linguados (Actinopterygii, Pleuronectiformes) na Baía de Sepetiba: Achirus lineatus, Trinectes paulistanus, Citharichthys spilopterus, Etropus crossotus e Symphurus tessellatus. Foram determinados os padrões de distribuição, bem como descritos os hábitos alimentares e partição de recursos ao longo das variações espaço-temporais e por tamanho, visando determinar os mecanismos e estratégia usados pelo grupo para coexistir neste sistema. A área de estudo foi dividida em três zonas (interna, central e externa) de acordo com o gradiente ambiental previamente descrito. Amostragens de arrasto de fundo diurnos foram realizadas mensalmente, no período entre outubro de 1998 a setembro de 1999 (1º ciclo), e nos períodos diurno e noturno, trimestralmente, entre o inverno de 2000 e o outono de 2001 (2º ciclo). Os peixes foram medidos (mm), pesados (g) e dissecados em laboratório para a retirada do estômago. Os conteúdos estomacais foram analisados sob microscópio estereoscópio e/ou óptico, e os itens alimentares identificados ao nível taxonômico mais inferior possível. Achirus lineatus e Trinectes paulistanus foram mais abundantes na zona interna da Baía, apresentando um comportamento especialista voltado para o item Polychaeta, com a primeira espécie apresentando hábitos diurnos. Citharichthys spilopterus foi uma espécie amplamente distribuída na Baía de Sepetiba, apresentando um comportamento generalista voltado para itens das categorias Crustacea (Mysida) e Teleostei. Etropus crossotus e Symphurus tessellatus distribuíram-se em maior abundância na zona externa e apresentaram comportamento generalista, usando principalmente itens da categoria Crustacea (Amphipoda); evidências de hábitos diurnos foram detectados para a primeira espécie. Variações por tamanho foram detectadas para as espécies com A. lineatus, T. paulistanus e S. tessellatus utilizando uma maior diversidade de itens com o crescimento, enquanto C. spilopterus e E. crossotus utilizaram itens relativamente maiores. A separação espacial no uso dos recursos alimentares foi a estratégia mais utilizada pelos Pleuronectiformes como mecanismo de coexistência na Baía de Sepetiba.", publisher = {Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro}, scholl = {Programa de Pós-Graduação em Biologia Animal}, note = {Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde} }