???item.export.label??? ???item.export.type.endnote??? ???item.export.type.bibtex???

Please use this identifier to cite or link to this item: https://tede.ufrrj.br/jspui/handle/jspui/4387
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.creatorSilva, Fabrício Fonseca da-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3601305363521112por
dc.contributor.advisor1Lamosa, Rodrigo de Azevedo Cruz-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1913716021055272por
dc.contributor.referee1Lamosa, Rodrigo de Azevedo Cruz-
dc.contributor.referee2Damasceno, Allan Rocha-
dc.contributor.referee3Loureiro, Carlos Frederico-
dc.contributor.referee4Vieira, Nívea Silva-
dc.date.accessioned2021-02-12T10:53:08Z-
dc.date.issued2017-11-29-
dc.identifier.citationSILVA, Fabricio Fonseca da. O novo modelo de gestão escolar na rede estadual do Rio de Janeiro: agentes e agências. 2017. 153 f. Dissertação (Mestrado em Educação, Contextos Contemporâneos e Demandas Populares) - Instituto de Educação, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica-RJ, 2017.por
dc.identifier.urihttps://tede.ufrrj.br/jspui/handle/jspui/4387-
dc.description.resumoAs transformações que ocorreram no sistema capitalista a partir dos anos de 1990 propiciaram surgimento de um conjunto de novos agentes e de novas agências no Aparelho do Estado. Destaca-se, no contexto da reforma gerencial do Estado no Brasil, o papel que as empresas de consultoria tiveram na sistematização e difusão de novos modelos de gestão do trabalho da administração pública. Na área da educação, houve criação do sistema de Gestão Integrada da Escola (GIDE) pela empresa de consultoria Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG), atualmente Falconi Consultores de Resultado. A GIDE foi apresentada pelos intelectuais do INDG como um novo paradigma de gestão escolar com a missão de melhorar os resultados educacionais, através da padronização do ensino e da racionalização dos recursos econômicos, materiais e humanos das escolas, visando transpor princípios das organizações privadas nas instituições públicas. A inserção desse modelo de gestão nas redes de ensino público se ampliou com a criação do Programa Modernizando a Gestão Pública (PMGP), em 2005, pelo Movimento Brasil Competitivo (MBC) e, principalmente, com a implementação e divulgação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) pelo Ministério da Educação (MEC). Foi nessa conjuntura, que o sistema GIDE foi implantado na Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC-RJ) – uma agência pública estatal – em parceria com INDG e a Fundação Brava – um organismo da sociedade civil. Com a finalidade de acompanhar o desenvolvimento desse sistema, foi criado o cargo de Agente de Acompanhamento de Gestão Escolar (AAGE), que foram treinados pelos intelectuais do Instituto, passando atuar diretamente no chão das escolas, aplicando as técnicas empresariais de gestão. Desse modo, ao investigar a inserção de técnicas empresariais de gestão na escola pública, esse estudo visou compreender as relações entre classe dominante e Estado no Brasil. Para isso, adotamos como referencial teórico-metodológico a análise de Antonio Gramsci sobre Estado Ampliado. Assim, o INDG foi compreendido, nesse estudo, como um aparelho privado de hegemonia que formou intelectuais orgânicos de vários estratos com a finalidade de sistematizar e difundir a ideologia da classe dominante, em especial, nas agências da sociedade política. A GIDE, portanto, tratase da materialização do gerencialismo nas escolas, e o AAGE desempenhou um papel importante na divulgação dessa ideologia ao conjunto dos diretores, docentes e alunos. Concluímos que a concepção de escola proposta por esse modelo de gestão é fundamentada na visão de mundo burguesa que visa a reprodução das relações capitalistas, ocultando os conflitos de classes, afastando-se de qualquer ideia de transformação social e emancipação da classe trabalhadorapor
dc.description.abstractThe transformations that have occurred in the capitalist system from the years of 1990, led to the emergence of a set of new agents and new agencies in the State apparatus. Stands out, in the context of the management reform of the State in Brazil, the role that consulting firms had in the systematization and dissemination of new models of management of the work of public administration. In the area of education, there was creation of the Integrated Management System of the School (GID) by consulting firm Institute for Management Development (INDG), currently Falconi Result Consultants. The GID was presented by the intellectuals of INDG as a new paradigm of school management with the mission to improve educational results, through the standardization of teaching and rationalization of economic, material and human resources of the schools, in order to transpose principles of private organizations in public institutions. The insertion of this model of management in networks of public education expanded with the creation of the program of modernization of public management (PMGP), in 2005, by Competitive Brazil Movement (MBC) and, mainly, with the implementation and dissemination of the education development index Basic (IDEB) by the Ministry of education (MEC). It was at this juncture that the system GID was deployed in the State Secretariat of Education of Rio de Janeiro (SEEDUCRJ) – a State public agency – in partnership with INDG and Brava Foundation - civil society body. In order to monitor the development of this system, it was created the position of monitoring Agents of school management (AAGE), who were trained by the intellectuals of the Institute, passing Act directly on the floors of schools, applying the techniques of business management. Thus, to investigate insertion of business management techniques in public school, this study aimed to understand the relationships between the ruling class and State in Brazil. To this end, we have adopted as theoretical-methodological analysis of Antonio Gramsci on Expanded State. Thus, it was understood in this study INDG, as a private unit of hegemony that formed organic intellectuals of various strata in order to systematize and spread the ideology of the ruling class, in particular, in the agencies of political society. The GID, therefore, it is the materialization management in schools, and AAGE played an important role in the dissemination of this ideology to the set of principals, teachers and students. We conclude that the design of school proposed by this management model is based on the vision of bourgeois world which aims to the reproduction of capitalist relations, hides the class conflict, away from any idea of social transformation and class emancipation worker.eng
dc.description.provenanceSubmitted by Celso Magalhaes (celsomagalhaes@ufrrj.br) on 2021-02-12T10:53:08Z No. of bitstreams: 1 2017 - Fabrício Fonseca da Silva.pdf: 1961956 bytes, checksum: 685034fd9e61c6e7671a1f399a4ec62e (MD5)eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2021-02-12T10:53:08Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2017 - Fabrício Fonseca da Silva.pdf: 1961956 bytes, checksum: 685034fd9e61c6e7671a1f399a4ec62e (MD5) Previous issue date: 2017-11-29eng
dc.formatapplication/pdf*
dc.thumbnail.urlhttps://tede.ufrrj.br/retrieve/64021/2017%20-%20Fabr%c3%adcio%20Fonseca%20da%20Silva.pdf.jpg*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiropor
dc.publisher.departmentInstituto de Educaçãopor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUFRRJpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação, Contextos Contemporâneos e Demandas Popularespor
dc.relation.referencesABRUCIO, Fernando Luiz. O impacto do modelo gerencial na administração pública. Um breve estudo sobre a experiência internacional recente. 52 p. (Cadernos ENAP; n. 10), 1997. ALGEBAILE, Eveline. Escola pública e pobreza no Brasil: ampliação para menos. Rio de Janeiro: Lamparina. Faperj, 2009 ALVES, Giovanni. A Disputa pelo Intangível: as estratégias gerenciais do capital na era da globalização. In: ANTUNES (org). Riqueza e miséria do trabalho no Brasil III. SP: Boitempo, 2014. P.p 55-72. ANDERSON, P. Balanço do neoliberalismo. In: GENTILLI, P. y SADER, E. (orgs.) Pós- Neoliberalismo: as Políticas Sociais e o Estado Democrático. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995. p.p 9-23 ANTUNES, Ricardo. A Substância da Crise. In: MÉSZÁROS, István. A crise do capital. São Paulo: Boitempo, 2009. _________________. A desertificação neoliberal no Brasil (Collor, FHC e Lula). Campinas, Autores Associados, 2005. AQUINO, Maria Botão. Planejamento no contexto educacional Cearense (2004-2006). Dissertação de mestrado. Universidade Estadual do Ceará, 2007. ARAÚJO, S. de.; CASTRO A. M. D. A. Gestão educativa gerencial: superação do modelo burocrático? Revista Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação, Rio de Janeiro, v. 19, n. 70, p. 81-106, jan./mar. 2011. BEHRING, Elaine. Brasil em contra-reforma: desestruturação do Estado e perda de direitos. São Paulo: Cortez, 2008. _______________. Política social no capitalismo tardio. São Paulo: Cortez, 2011 BENGIO, Marlies da Costa. O trabalho dos Agentes de Acompanhamento da Gestão Escolar (AAGE`s) no cotidiano das escolas estaduais em Duque de Caxias. Dissertação (Mestrado em Educação) – Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2016. BIACHI, A. O Laboratório de Gramsci: filosofia, história e política. São Paulo: Alameda, 2008. _________. O Ministério dos Industriais: a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo na crise das décadas de 1980-1990. Tese (Doutorado em Ciências Sociais). Universidade Estadual de Campinas, 2004. BRAZ, Rodrigo Garcia Vieira. Reestruturação capitalista, firmas multinacionais de consultoria e telecomunicações: a privatização do sistema Telebrás na lógica da mundialização do capital. 2014. 245 f., il. Tese (Doutorado em Comunicação)Universidade de Brasília, Brasília, 2014. 143 BRESSER PEREIRA, L.C. A Reforma do Estado dos anos 90: lógica e mecanismos de controle. Brasília, DF: Ministério da Administração Federal e Reforma do Estado, 1997. (Cadernos MARE da reforma do Estado; v. 1). 58p. BOECHAT, Beatriz de Oliveira. A Gestão Integrada da Escola (GIDE) como caminho para as mudanças de gestão e do desempenho da unidade escolares na rede estadual de educação do Rio de Janeiro: o caso do Colégio Estadual Carlos Pinto Filho. Dissertação de Mestrado Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública. Universidade Federal de Juiz de Fora, 2015. BOITO Jr., Armando. A nova burguesia nacional no poder. In: BOITO Jr., Armando. e GALVÃO, Andréia (orgs.). Política e classes sociais no Brasil dos anos 2000.São Paulo: Alameda Editorial, 2012, pp. 69-106. CASTRO, Claudio de Moura. Os tortuosos caminhos da educação brasileira. Porto Alegre: Penso, 2014. CASIMIRO, Flávio Henrique Calheiros. A Nova Direita no Brasil: aparelhos de ação político-ideológica e atualização das estratégias de dominação burguesa (1980 - 2014). Tese (Doutorado em História Social) - Universidade Federal Fluminense, Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, Departamento de História, 2016. CORREA, C. Vicente Falconi: o que importa é resultado. Rio de Janeiro: Primeira Pessoa, 2017. COSTA, Maria Fabiana da Silva. Programa gestão nota 10: parceria público-privado na educação. Dissertação de mestrado. Universidade Federal de Alagoa, 2007. COSTA, Marisa de Santana da. Monitoramento do Sistema de Gestão da Rede Estadual do Rio de Janeiro pelo Comitê Gestão Integrada da Escola – A dinâmica de trabalho e seus desafios. Dissertação de Mestrado Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública. Universidade Federal de Juiz de Fora. CHESNAIS. F. A mundialização do capital. São Paulo, Xamã, 1996. COUTINHO, Carlos Nelson. Gramsci: um estudo do seu pensamento político. Rio de Janeiro: Campus, 1992. ________________________. Introdução. O Leitor de Gramsci. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011. FALCONI CONSULTORES DE RESULTADO. Área pública. 2015. Disponível em: <http:// www.falconi.com/segmentos/area-publica/>. Acesso em: 8 maio 2015. ______________________. O Método PDCA. https: //www.falconi.com, 19 jan. 2018. Disponivel em: <https://www.falconi.com/quem-somos/o-metodo-pdca/>. 144 FALHEIROS, I. e NEVES, L. Mudanças na natureza da educação básica. In: MARTINS, André Silva e NEVES, Lúcia (org). Educação Básica: Tragédia Anunciada: São Paulo: Xãma, 2015. FERNANDES, W. A. O movimento da qualidade no Brasil. São Pulo: Essencial Idea, 2011. FONTES, Virgínia. O Brasil e o capital imperialismo: teoria e história. Rio de Janeiro: UFRJ, 2010. FONSECA, Marília. O Banco Mundial e a gestão da educação brasileira. In: OLIVEIRA (org). Gestão Democrática da educação. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. FRIEDMAN, Milton. Capitalismo e Liberdade. São Paulo: Abril Cultural, 1988. FRIGOTO, Gaudêncio. Os delírios da razão – crise do capital e metamorfose conceitual no campo educacional. In: Gentile (org). Pedagogia da exclusão. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013. GIDDENS, Anthony. Terceira Via: Reflexões sobre o impasse política atual e o futuro da social-democracia. Rio de Janeiro: Record,1999. ________________Org. O Debate Global sobre a Terceira Via. São Paulo: Editora UNESP, 2007 GOURLART, J. M de Oliveira. Empreendedorismo na gestão escolar no município de Duque de Caxias/RJ. Dissertação (Mestrado) em Educação. Programa de Pós-graduação profissional em Gestão e Avaliação da educação pública da UFJF, 2015. FUNDAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO GERENCIAL – FDG. Conheça a GIDE Avançada. Nova Lima (MG): 2014. Disponível em http://www.fdg.org.br/gide- avancada/ acesso em 23/09/2016. GODOY, Maria Helena de Pádua Coelho e MURICI, Izabela. Gestão Integrada da Escola. Nova Lima:INDG, 2009. _________________________________. et al. Índice de formação de cidadania e responsabilidade social para aplicação na escola. 2. ed. Nova Lima: INDG Tecnologia e Serviços, 2009. _________________________________; CHAVES, Mauricio e ALMEIDA. Michele. A Padronização Educacional. Nova Lima: INDG, 2008. GRAMSCI, Antonio. Cadernos do Cárcere. Vol. 1. Introdução ao estudo da filosofia – A filosofia de Benedetto Croce. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001. _________________. Cadernos do Cárcere. Vol. 2. Os intelectuais, O princípio educativo. Jornalismo. Rio de Janeiro, RJ: Civilização Brasileira, 2001. _________________. Cadernos do cárcere: temas de cultura. ação católica, americanismo e fordismo. 2. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007. v.4. 394. 145 _________________ . Cadernos do Cárcere. Vol.3. Maquiavel. Notas sobre o Estado e a política. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002. _________________. Cadernos do Cárcere. Vol.5. O risorgimento. Notas sobre a história da Itália. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002. _________________. O leitor de Gramsci: escritos escolhidos 1916-1935/Carlos Nelson Coutinho, organizador. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011. _________________. Cartas do Cárcere 1926 – 1937, RJ: Civilização Brasileira, 2vs, 2005. GRUPPI, Luciano. O conceito de hegemonia em Gramsci. RJ: Graal, 1977. GUIMARÃES, Marlon da Costa. Sob Nova Direção: o Gerenciamento Empresarial na Rede Pública Estadual do Rio de Janeiro (2010 – 2014). Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE), Rio de Janeiro, 2015. GURGEL, Claudio. A Gerência do pensamento: gestão contemporânea e consciência neoliberal. São Paulo: Cortez, 2003. HAYEK, F. A. Os princípios de uma ordem social liberal. In: CRESPIGNY, A. &CRONIN, J. Ideologias políticas. Brasília: UNB, 1999. HARVEY, David. O Neoliberalismo: História e Implicações. São Paulo, Edições Loyola,2008. _______________. Condição pós-moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural. São Paulo, Loyola: 1993. _______________. O Enigma do Capital: e as crises do capitalismo. São Paulo, SP: Boitempo, 2011. _______________. 17 contradições e o fim do capitalismo. São Paulo: Boitempo, 2016. HOBSBAWN, E. A Era dos Extremos: o breve século XX (1914-1991) São Paulo Companhia das Letras, 1995. JESUS, Antonio Tavares de. Escola e trabalho: aspectos pedagógicos da relação hegemônica em Gramsci. 1993. [212] f. Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Educação, Campinas, SP. Disponível em: <http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000065386>. Acesso em: 14 mar. 2017. LAMOSA, Rodrigo de Azevedo Cruz. Estado, classe social e educação: uma análise crítica da hegemonia do agronegócio. 2014. 434 f. Tese (Doutorado em Educação) – Programa de Pós-Graduação, Universidade Federal do Rio de Janeiro, RJ, 2014. ______________________________. Educação e Agronegócio: a nova ofensiva do capital nas escolas públicas. Curitiba: Appris, 2016. 146 LANES, José de Melo. Os Gerdau-Johannpeter: A via industrial pesada gaúcha. In: CAMPOS, Pedro Henrique e BRANDÃO, Rafael. Os donos do capital: A trajetória das principais famílias empresariais do capitalismo brasileiro. RJ: Autografia, 2017. LEITÃO, Elione M D. O Plano De Desenvolvimento Da Escola Em Foco: Uma Análise Da Educação No Ceará Em Tempos De Ajustes Neo-Liberais. 2005. Dissertação (Mestrado Profissional em Avaliação de Políticas Públicas) - Universidade Federal do Ceará, 2005. LEHER, Roberto. 25 anos de Educação Pública: notas para um balanço do período. In: Trabalho, educação e saúde: 25 anos de formação politécnica no SUS. Rio de Janeiro: EPSJV, 2010. p.p 29-72 _______________. Um novo senhor da educação? A política educacional do Banco Mundial para a periferia do capitalismo. Outubro, São Paulo, n. 1, p. 19-30, 1999. MACEDO, Jussara Marques de. & LAMOSA, Rodrigo de Azevedo Cruz. A regulação do trabalho docente no contexto da Reforma Gerencial da Educação. Revista Contemporânea de Educação, Vol. 10, n.º 2, pp. 133-152, Jul.-Dez. 2015. MARTINS, André Silva e NEVES, Lúcia (org). Educação Básica: Tragédia Anunciada: São Paulo: Xãma, 2015. MARTINS, André Silva. Burguesia e a nova sociabilidade: estratégias para educar o consenso no Brasil contemporâneo. Tese (Doutorado) – Universidade Federal Fluminense, Faculdade de Educação, 2007. MENDONÇA, Sonia R. de. O Estado Ampliado como Ferramenta Metodológica. Marx e o Marxismo v.2, n.2, jan/jul 2014. ______________________. Estado e Políticas públicas no Brasil: uma Questão Conceitual. In: Estado e Educação Rural no Brasil. Niteroi, RJ: Vício de Leitura/FAPERJ, 2007. _______________________. ESTADO E PODER NO BRASIL: ABORDAGENS TEÓRICO-METODOLÓGICAS. ANPUH – XXII SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA. João Pessoa: ANPUH. 2003. p. 1-5. MELLO, Guiomar Namo de. Política pública de educação. Estudos Avançados. V.5, nº 13, 1991. MELO, A et al. Mudanças na educação básica no capitalismo neoliberal de Terceira Via. MARTINS, André Silva e NEVES, Lúcia (org). Educação Básica: Tragédia Anunciada: São Paulo: Xãma, 2015. MÉSZÀROS, István. A crise estrutural do capital. São Paulo: Boitempo, 2009. _________________. Marx, nosso contemporâneo, e seu conceito de globalização. In: ANTUNES (ORG). Riqueza e miséria do trabalho no Brasil. São Paulo: Boitempo, 2014. MOTTA, Vânia Cardoso da. Ideologia do Capital Social: Atribuindo uma face mais humana do capital. Rio de Janeiro: Ed UERJ, 2012. p.p.237-269 147 NEVES, L. M. W. A nova pedagogia da hegemonia: estratégia do capital para educar o consenso. São Paulo, Ed. Xamã, 2005. _______________. Por que dois Planos Nacionais de Educação. In.: NEVES, Lucia Maria Wanderley (org.). Educação e política no limiar do século XXI. Campinas, SP: Autores Associados, 2000. OLIVEIRA, Dalila Andrade. A Reestruturação do Trabalho docente: precarização flexibilização. Educ. Soc., Campinas, vol. 25, n. 89, p. 1127-1144, set./Dez. 2004 _________________________. Org. Gestão democrática da educação: desafios contemporâneos. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. OLIVEIRA, F; NETTO, JP; SADER. Emir. In: GENTILLI, P. y SADER, E. (orgs.) Pós- Neoliberalismo: as Políticas Sociais e o Estado Democrático. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995. OLIVEIRA. Maria T. C e BARROS, Vanja da RM. Mudanças nas estratégias política de implantação da reforma da escolarização básica. In: MARTINS, André Silva e NEVES, Lúcia (org). Educação Básica: Tragédia Anunciada: São Paulo: Xãma, 2015. PADRÓS, Enrique Serra. Capitalismo, prosperidade e Estado de bem-estar social. In. O século XX: o tempo das crises – revoluções, fascismos e guerras. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 2000. p. 227-266. PAULA, Ana Paula Paes de. Por uma nova gestão pública: limites e potencialidades da experiência contemporânea. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2005. PORTELLI, Hugues. Gramsci e o Bloco Histórico. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1974. RIBEIRO, Sérgio da Costa. Educação e a inserção do Brasil na Modernidade. Cad. Pesq. São Paulo, n.84, p 63-82, fev. 1993 [www.sergiocostaribeiro.ifcs.Ufrj.br] RODRIGUES, José. A educação e os empresários in: FRIGOTTO e CIAVATTA (orgs.). A experiência do trabalho e a educação básica. Rio de Janeiro: Lamparina, 2010. _____________________. A Pedagogia da Repetência. Estudos Avançados, v.12. n 5, 1991. SANTOS, A. Metodologia científica: a construção do conhecimento. Rio de Janeiro: Lamparina, 2015. SANTOS, Aparecida de Fátima Tiradentes dos. Pedagogia do mercado: neoliberalismo, trabalho e educação no século XX. Rio de Janeiro: Ibis Libris, 2012. SHIROMA, Eneida O. Mudança tecnológica, qualificação e políticas de gestão: A educação da força de trabalho pelo modelo japonês. Tese de doutorado, FE/Unicamp, 1993. _________________. O Modelo Japonês e a educação do trabalhador. Pró-Posições (UNICAMP), v. 2, n.2, p. 61-67, 1991. 148 SHIROMA, Eneida Oto; MORAES, Maria Célia M. e EVANGELISTA, Olinda. Política Educacional. 3 ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2011. SHIROMA, Eneida Oto, CAMPOS, Roselane Fátima e ROSALBA, Garcia Maria Cardoso.Decifrar textos para compreender a política; subsídios teóricos –metodológicos para análise dos documentos. Perspectiva, Florianópolis, v.23, n.2, p.427-446, jul. /dez.,2005. SHIROMA, E; EVANGELISTA. O Professor: protagonista e obstáculo da reforma. Educação e Pesquisa, São Paulo, v.33, n3, p.531-541. / dez, 2007. SEUFETELLI, Fabrício. A atuação dos Agentes de Acompanhamento da Gestão Escolar (AAGE) na Regional Norte Fluminense (SEEDUC-RJ). Dissertação de Mestrado Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública. Universidade Federal de Juiz de Fora, 2015. SILVA, Alison Fagner de Souza. A reforma do estado e o modelo gerencial da educação na rede pública de Pernambuco: um estudo das políticas de formação continuada de professores de ensino médio. Dissertação de mestrado. Universidade da Paraíba, 2013. SOUSA JÚNIOR. A Crise da Escola. Fortaleza: Imprensa Universitária. 2014 SOUZA, Carlos Bertânia Conceição. Programa de Educação do Estado do Rio de Janeiro: análise dos resultados da Regional Serrana I. Dissertação de Mestrado Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública. Universidade Federal de Juiz de Fora, 2015. SOUZA, José dos Santos. O que é gerencialismo? Disponível em: http://trabalhopoliticaesociedade.blogspot.com.br/2016/10/o-que-e-gerencialismo.html, acessado em 10/08/2017. ____________________________. Trabalho, educação e sindicalismo, Campinas SP: Editores Associados, 2002. ______________________________. Trabalho, qualificação e ação sindical no Brasil no limiar do século XXI: disputa de hegemonia ou consentimento ativo? Tese de doutorado em sociologia –UNICAMP, 2005. Documentos BANCO MUNDIAL. Projeto de Assistência Técnica para renovação e fortalecimento da gestão pública (Pró-Gestão), 2010. BRASIL. Ministério da Educação. Plano decenal de educação para todos. Brasília, DF, 1993. ___________________________. Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). 2007. ___________________________. Plano Diretor Plano Diretor da Reforma da Reforma do Aparelho do Estado. Brasília, 1995. 149 CEPAL. Transformación productiva con equidad: la tarea prioritaria del desarrollo de America Latina y el Caribe en los años noventa (LC/G. 1601-P), Santiago do Chile,março, 1990. CEPAL. UNESCO. Educação e conhecimento: eixo da transformação produtiva com eqüidade. Brasília: IPEA/CEPAL/UNESCO, 1995. CONFERÊNCIA Mundial de Educação para Todos. Declaração Mundial de Educação para Todos. Plano de Ação para Satisfazer as Necessidades Básicas de Aprendizagem. Brasília, DF: UNIFEC, 1998. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA EDUCAÇÃO, A CIÊNCIA E A CULTURA. Educação: um tesouro a descobrir. Relatório para Unesco da Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI. Brasília, DF: Unesco, 2010. _____________________________. Educação para Todos: o compromisso de Dacar. Brasília, DF, 2000. MOVIMENTO BRASIL COMPETITIVO. Estatuto. Brasília (não-datado). __________________________________. Relatório Anual de Atividades 2007. Brasília, 2008. __________________________________. Relatório Anual de Atividades 2011. Brasília, 2012. __________________________________. Relatório Anual de Atividades 2012. Brasília, 2013. RIO DE JANEIRO. Secretaria de Estado de Educação; Secretaria de Casa Civil e Movimento Brasil Competitivo. Programa Modernizando a Gestão Pública no Estado do Rio de Janeiro – Projeto Educação, 2011.a ____________________. Secretaria de Estado de Educação. Planejamento Estratégico. Rio de Janeiro, 2011.b _____________________. Decreto Nº 42.793, 2011.c TERENTIN e JOHNSON. Reforma Educacional no Estado do Rio de Janeiro: revertendo 30 anos de negligência. Brava e School of International and Public Affairs. Case Consertium/ Columbia University, 2015.por
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectGIDE; ;por
dc.subjectEstado Ampliadopor
dc.subjectAAGEpor
dc.subjectINDGpor
dc.subjectGideeng
dc.subjectExpanded stateeng
dc.subjectAAGEeng
dc.subjectINDGeng
dc.subject.cnpqEducaçãopor
dc.titleO novo modelo de gestão escolar na rede estadual do Rio de Janeiro: agentes e agências.por
dc.title.alternativeThe new model of school management in the state network of Rio de Janeiro: agency and agentseng
dc.typeDissertaçãopor
Appears in Collections:MESTRADO EM EDUCAÇÃO, CONTEXTOS CONTEMPORÂNEOS E DEMANDAS POPULARES

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
2017 - Fabrício Fonseca da Silva.pdfFabrício Fonseca da Silva1,92 MBAdobe PDFThumbnail

Download/Open Preview


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.